quinta-feira, 6 de agosto de 2009
A caminho de Los Alcornocales
Olhámos para o mapa e decidimos explorar o lado este do Parque de Los Alcornocales. Apesar de não parecerem ser muitos, na realidade foram mais de 150 km percorridos o dia todo. A ideia era fazer algumas caminhadas, mas, por um lado o tempo instável, e ,por outro a incerteza do tempo a fazer o percurso, a viagem acabou por ser um percurso de automóvel, mas que valeu a pena pela paisagens.
De Estepona,seguimos para Casares, uma localidade branca, que fica nas encostas ocidentais da Sierra Bermeja. A partir de Casares, e em direcção a Gaucin, começamos a entrar em zona florestal, mas com diversos campos agrícolas. Gaucin é também uma povoação branca com um velho castelo. Esta zona da Andaluzia está cheia de pueblos com casas todas pintadas de branco.~
O casario branco destaca-se na paisagem, seja no meio do verde da floresta, seja na encostas rochosas pintadas de diversos tons de cinzento.
De Gaucin a El Colmenar é um mar de verde.
El Colmenar é um pequeno pueblo no fundo do vale do rio Guadiaro, mas que tem um estação de caminho de ferro vai de Algeciras para Ronda.
Até El Colmenar a estrada, apesar de estreita, é boa, com piso novo e bem sinalizada.
A partir daí, entrámos numa estrada florestal estreitíssima, e durante mais de 20 km, é só curvas e sobreiros por todo o lado. Esta zona pertence à Reserva Nacional de Cortes de La Frontera.
Cortes de La Frontera é muito conhecida por ter zonas de escalada e passeios a pé na montanha. Depois de conduzirmos durante quase uma hora a pouco mais de 20 km/hora, chegámos à estrada que liga Ubrique a Cortes de La Frontera.
Seguimos em direcção a Ubrique que, vista ao longe, fica encravada entre várias montanhas com desníveis bastante acentuados.
Como já era tarde, seguimos para a entrada do Parque de Los Alcornocales, em direcção a Puerto de Galis.
Este percurso levou-nos a Sauceda e a passarmos pelo rio Hozgarganta. A saída fez-se por Jimena de La Frontera.
Pudemos constatar que Los Alcornocales é uma imensa floresta de sobreiros, carvalhos e azinheiras em estado semi-selvagem. Só não é de todo selvagem porque a cortiça dos sobreiros é aproveitada. Mas parece-nos ser produzida de uma forma bastante ecológica, com respeito pelo meio ambiente.
Há zonas que olhámos em qualquer direcção e não se vê qualquer indício da presença humana, seja de forma visual ou sonora.
O próprio vale do Hozgarganta está intocável.
Saímos do Parque por Jimena de La Frontera, uma vila com um castelo medieval, que também não visitámos por falta de tempo, pois a Graça não estava com vontade de perder o Spa do Hotel.
domingo, 5 de julho de 2009
El latido del Bosque
Este documentário do Odisseia foi o que nos inspirou a visitar Los Alcornocales
terça-feira, 16 de junho de 2009
Andaluzia

Estamos a falar de 24 parques onde a natureza ainda é mais ou menos o que era há uns anos atrás.
Nesta semana pudemos explorar, embora ao de leve, porque o tempo não chega para tudo, Alcornocales (13). Estivemos também no Torcal de Antequera e na Laguna de Fuente de Piedra que, embora não apareçam no mapa, são zonas protegidas. Aliás, há muitas pequenas zonas protegidas que não estão assinaladas.
Foi pois uma semana em cheio. Quilómetros e mais quilómetros - 2470 no total. Uma temperatura acima do normal (excepto o primeiro dia), quase 2000 fotos, e claro o descanso no SPA do hotel ao fim do dia. Nas próximas mensagens, iremos contar os detalhes destes dias bem passados.
domingo, 7 de junho de 2009
Peixe para o almoço - El Rocio, Doñana
Neste vídeo podemos ver águias a pescar numa laguna do Guadalquivir, em El Rocio, no Parque Nacional de Doñana. Uma delas, a um dado momento apanha um peixe, sobe, mas deixa-o cair. No entanto, faz um voo picado e apanha-o novamente antes de ele chegar à água.
A qualidade do vídeo não é a melhor, pois a digitalização a partir da camcorder não correu lá muito bem.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Raposa
Numa das idas ao Penedo Durão, optámos por seguir por uma estrada de montanha que atravessa as arribas da margem direita do rio Douro. Na descida, já quase ao fim do dia, demos de caras com esta raposa macho, que se nos viu, foi como não tivesse visto. Estava mais preocupada em marcar o território.
Perdizes
Em 2004, num Domingo em que fomos passear até à Lagoa de Óbidos, deparàmo-nos com várias perdizes, num campo perto da Lourinhã.
Ave de Rapina no Gerês
Já nos despediamos do Gerês, quando, na descida para Covide, vislumbrei uma mancha no azul do céu de fim de tarde. Encostei o carro à berma da estrada, agarrei na câmara, apontei, zoom no máximo e o resultado está à vista: imagens tremidas e desfocadas, mas que, apesar de tudo, valeram a pena.