domingo, 5 de julho de 2009

terça-feira, 16 de junho de 2009

Andaluzia

Como planeado, a semana dos feriados de Junho deste ano serviu para tirarmos umas férias no Sul de Espanha.

Já não é a primeira vez (e não será a última) que o nosso destino de férias é Espanha. Normalmente, fazemos-nos à estrada, muitas vezes sem destino marcado. Desta vez, e depois da experiência do Gerês, decidimos escolher um hotel para passar sete noites com todas as comodidades. A escolha caiu sobre o H10 Estepona Palace, na cidade de Estepona, que fica entre Algeciras e Marbella.



É a Costa del Sol, cheia de ingleses e alemães (e outros, claro). Praias, hotéis, muitos aldeamentos turísticos, mas, logo ali ao lado, montanhas, parques naturais, natureza quase em estado selvagem. Totalmente selvagem não, porque está presente o lado humano, mas que é um presença que se confunde com o meio natural.

Sempre que vamos a Espanha, ficamos agradavelmente surpreendidos com a beleza dos parques, das diferenças de região para região, da forma como os espanhóis aproveitam ao máximo as potencialidades turísticas seja do que for. Em muitos sítios pagamos para ver, mas está tudo muito bem tratado.

A Andaluzia não é só praia. É um verdadeiro paraíso natural. Basta olhar para o mapa abaixo, tirado do site


Estamos a falar de 24 parques onde a natureza ainda é mais ou menos o que era há uns anos atrás.

Nesta semana pudemos explorar, embora ao de leve, porque o tempo não chega para tudo, Alcornocales (13). Estivemos também no Torcal de Antequera e na Laguna de Fuente de Piedra que, embora não apareçam no mapa, são zonas protegidas. Aliás, há muitas pequenas zonas protegidas que não estão assinaladas.

Foi pois uma semana em cheio. Quilómetros e mais quilómetros - 2470 no total. Uma temperatura acima do normal (excepto o primeiro dia), quase 2000 fotos, e claro o descanso no SPA do hotel ao fim do dia. Nas próximas mensagens, iremos contar os detalhes destes dias bem passados.

domingo, 7 de junho de 2009

Peixe para o almoço - El Rocio, Doñana

Neste vídeo podemos ver águias a pescar numa laguna do Guadalquivir, em El Rocio, no Parque Nacional de Doñana. Uma delas, a um dado momento apanha um peixe, sobe, mas deixa-o cair. No entanto, faz um voo picado e apanha-o novamente antes de ele chegar à água.

A qualidade do vídeo não é a melhor, pois a digitalização a partir da camcorder não correu lá muito bem.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Raposa

Numa das idas ao Penedo Durão, optámos por seguir por uma estrada de montanha que atravessa as arribas da margem direita do rio Douro. Na descida, já quase ao fim do dia, demos de caras com esta raposa macho, que se nos viu, foi como não tivesse visto. Estava mais preocupada em marcar o território.

Perdizes

Em 2004, num Domingo em que fomos passear até à Lagoa de Óbidos, deparàmo-nos com várias perdizes, num campo perto da Lourinhã.

Ave de Rapina no Gerês

Já nos despediamos do Gerês, quando, na descida para Covide, vislumbrei uma mancha no azul do céu de fim de tarde. Encostei o carro à berma da estrada, agarrei na câmara, apontei, zoom no máximo e o resultado está à vista: imagens tremidas e desfocadas, mas que, apesar de tudo, valeram a pena.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Gerês - Portugal Fantástico - Parte III (Fotos)


Vista do miradouro da Pedra Bela. Na realidade, existem dois miradouros: o velho e o novo. Esta foto foi tirada no novo, o qual têm um campo de visão mais abrangente.

Penhascos a caminho de Ermida. As fotos nunca dão bem a dimensão destes rochedos. Aqui, as flores amarelas das giestas a contrastarem com o cinzento das rochas. Um efeito muito comum nesta altura do ano.

A cascata do Arado vista do miradouro turístico.


Ponte sobre o rio Arado vista do miradouro da cascata. O leito do rio está cheio de "calhaus"moldados pela força das águas, que depois de cairem abruptamente na zona da cascata, correm de forma suave debaixo da ponte.

Desde a ponte até à cascata, pelo leito do rio, encontram-se quedas de água mais pequenas, também bonitas de se verem, mas que necessitam de alguma atenção para não irmos ao banho.


A cascata do Arado vista do sítio mais perto junto à base até onde a Graça conseguiu ir. Só falta mesmo o barulho da água a cair.

Nesta zona a água é mesmo transparente e com peixes(!). O tom verde é dado pela vegetação das encostas.


Dá para ver que a Graça conseguiu chegar mais perto da cascata do que eu. Para isso teve que molhar os pés. Mas ela gostou por causa do calor que estava.

Depois de uma subida atribulada por uma estrada em péssimas condições, chegámos ao miradouro da Junceda. E valeu a pena. Não só pelas vistas como pelo silêncio.


À primeira vista, parece que estamos numa esplanada de um qualquer bar. Podia ser, mas não é. Trata-se do miradouro da Junceda, que parece estar a ser remodelado, mas, ao mesmo tempo abandonado.

O Gerês é um conjunto de maciços graníticos, florestas verdejantes e água, muita água.
Aqui, temos as rochas.


Também há prados. No fim deste, temos Campo do Gerês. Ao fundo, fica a Serra Amarela. Um belo fim de dia nesta serra magnífica.




Mais um conjunto de rochas que caracterizam a paisagem do Gerês. Se calhar, já é um exagero de pedras, mas...

A famosa igreja de São Bento da Porta Aberta. Já cá tinhamos estado em 2004, no baptizado do nosso sobrinho Tomás. As pinturas do tecto da igreja são muito interessantes. Ah, é verdade, parece que a porta está sempre aberta, pelo menos, durante o dia.

E para despedida deste fim-de-semana prolongado, mais uma vez a água, vista do adro da igreja de São Bento da Porta Aberta.